Porque a complexidade pode ser simples

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Estou escrevendo este post em homenagem ao meu amigo Wilton Carlos de Santana. Sei que muitos que visitam este blog já ouviram falar dele. Mas confesso, a homenagem para ele não foi minha, apenas sou relatora de um fato que aconteceu na universidade, e que eu queria ter filmado porque meus alunos deixaram de ser a piada do dia.



Em meio a tantos alunos que não sabem o que estão fazendo na faculdade, o primeiro grupo a apresentar o seminário tinha um dos textos mais trabalhosos que fala sobre pedagogia, infância e complexidade. De fato, um tema complexo, mas o grupo me mostrou que o complexo poderia ser simples, como a própria dialética. Lembram? O fino pode ser grosso, o preto pode ser branco. O frio pode ser quente, já leu? Como a coisa não pára por aí, em um dos momentos os alunos jogaram com os significantes prazer e competição, como se fossem dois adversários em que um devesse vencer o outro. Sobressaiu o prazer, e isso foi sutilmente dialético. Outra parte que me chamou muito a atenção foi a inclusão do restante da turma na elaboração de uma teia de complexidade, onde cada um teve a oportunidade de se colocar no espaço, na sociedade, na complexidade. Confesso que meus olhos lacrimejaram. E confesso também que tiveram muitos outros detalhes como a fitas de cetim se irtercruzando. É, meu avô já me dizia que as idéias simples são as melhores porque atingem um maior número de pessoas. Já eu, em minha simplicidade, ou em minha complexidade, só queria escrever aqui, pro meu amigo Wilton, que o texto dele vai seguir adiante.

Parabéns ao grupo e um grande abraço para meu amigo Wilton.

1 comentários:

Anônimo disse...

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